
Bio
Mari Zingaro
Vou me apresentar de um jeito um pouco diferente.
Começo te fazendo um convite.
Siga com essa leitura apenas se você é uma daquelas pessoas que sente — ou já entendeu — que estamos atravessando um profundo processo de transformação global. Um tempo em que não existem verdades absolutas, nem fórmulas capazes de resolver nossas questões em um passe de mágica.
Se você também caminha nessa órbita, vem comigo.
Eu vou adorar te acompanhar nessa viagem incrível que é mergulhar em si mesma.
Nos últimos anos, especialmente a partir de 2020, estudei intensamente: fiz várias formações, li dezenas de livros físicos e incontáveis materiais digitais. E sabe o que descobri?
Que quanto mais a gente estuda, mais percebe o quanto ainda não sabe.
Esse movimento é lindo — mas também pode nos afastar da confiança em tudo o que já sabemos e em tudo o que já somos. Sem perceber, podemos começar a desacreditar da nossa própria inteligência, sensibilidade e potência.
É aí que costuma entrar em cena o Perfeccionismo — aquele personagem elegante, de terno escuro, sempre muito alinhado, que aparece justamente quando estamos prestes a nos expor ou dar um passo importante. Ele sussurra dúvidas como:
“Será que você está pronta?”
“Talvez devesse estudar mais.”
“Isso ainda não está bom o suficiente.”
“Você vai se apresentar assim?”
Logo depois, muitas vezes surge a Procrastinação, trazendo justificativas aparentemente sensatas para adiar o que importa. E, como se não bastasse, pode entrar em cena a Síndrome da Impostora, nos fazendo sentir que nunca somos boas o suficiente — mesmo quando somos.
Se você já viveu esse ciclo, então falamos a mesma língua.
Eu também caminho por ele — e o que aprendi é que essas vozes não precisam ser combatidas, mas reconhecidas, escutadas e cuidadas, para que espaços internos se abram e o novo possa entrar.
Vivemos um tempo em que somos convidadas a olhar para nós mesmas com mais profundidade. Talvez algumas áreas da sua vida já não façam mais sentido. Talvez exista um chamado para o desconhecido, para contribuir com algo maior, ainda em construção — mas já pulsando dentro de você.É como estar sobre uma ponte: não estamos mais onde estávamos, mas ainda não chegamos onde queremos estar.

E agora te faço outro convite: feche os olhos por um instante e imagine-se nessa ponte. Há pessoas mais à frente, outras ao seu lado, algumas mais atrás — cada uma no seu ritmo.
Perceba como você se sente.
Quando não nomeamos essa travessia, tudo pode parecer confuso, assustador, sem direção. Mas quando reconhecemos que estamos em transição, algo muda: ganhamos consciência, coragem e a possibilidade de desenhar, com mais intenção, o jeito que queremos chegar do outro lado.
Fácil? Não.
Possível? Sim — e profundamente transformador.
É nesse ponto que eu entro para te acompanhar nessa jornada: apoiando o retorno à sua essência, ajudando a reintegrar partes suas que foram silenciadas ou esquecidas, fortalecendo sua segurança interna e reacendendo sua potência para viver na direção dos seus sonhos.
Sou Mari Zingaro — arte-educadora, terapeuta corporal integrativa, especialista em Psicologia Positiva, professora de Yoga Restaurativa, focalizadora, educadora Master ESEPAS (Educação Sexual, Emocional e Prevenção ao Abuso Infantil), consultora em programas de saúde mental & gestão de riscos psicossociais, praticante budista, buscadora desde sempre e eterna aprendiz.
E então…
attraversiamo?
Missão
Minha missão de vida é apoiar pessoas a trilharem o caminho de seguirem na direção da sua verdadeira essência. Reconhecendo aquilo que as tornam únicas e capazes para viver com segurança, coragem e confiança em si mesmas.
Com a extensão universitária Master ESEPAS - Educação Sexual Emocional e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil, essa missão ampliou-se no sentido de salvar crianças das mãos de abusadores, combater a pornografia e realizar atendimento terapêutico para pessoas adultas que sofreram abuso sexual na infância.


Propósito
Este é o ideograma da palavra crise em chinês que também quer dizer oportunidade. Crises são momentos mágicos e profundamente transformadores quando a proposta é mergulhar em nossos processos e mudarmos antigos padrões. Mas, nem sempre é fácil identificar e reconhecer nossos paradigmas para criarmos o tônus necessário que irá nos impulsionar a uma outra maneira de ver e de viver novos caminhos. Dependendo de nossos estados emocionais, mentais e espirituais, por vezes, nossas forças e competências enfraquecem e ficam ocultas, e aí já não reconhecemos mais nossos talentos, nem nossas habilidades.
Não é fácil nos conectarmos com o que verdadeiramente precisamos transformar. Quando nos damos conta, nossas defesas já estão tão cristalizadas que nem sabemos mais onde é o ponto inicial da dor e do que mesmo estamos nos defendendo. E a vida fica cinza, desmotivada e sem graça.
Até que, uma ou mais partes de nós, quase que involuntariamente, sinalizam não aguentarem mais, precisam mudar. Isto é o que eu chamo de crise. E quando alguém neste estado cruza o meu caminho, realizamos um trabalho para promover o encontro desta pessoa consigo mesma.
Com técnicas de terapia corporal, da utilização de ferramentas da Psicologia Positiva, da análise comportamental, da ciência do descanso, da Yoga Restaurativa , da Focalização e da Educação Sexual e Emocional, iremos fortalecer seus recursos, seus traços de caráter, te ajudando a descobrir habilidades e pontos fortes para que possa viver de maneira plena o melhor que existe em você.
Tendo o acolhimento como base da minha ação terapêutica, incentivo as pessoas a praticarem a autocompaixão, chamado, por um dos meus mentores Jovino Camargo Junior, de amistarse, aceitando todos os desafios apresentados na jornada, com gentileza e amorosidade e vamos construindo autonomia nas relações, pautada na flexibilização das defesas e na descoberta de um observador interno que se prepara para reger a orquestra de sua própria vida.
Relacionar-se consigo mesmo requer cuidado, carinho, aceitação e muito respeito e é este o meu propósito, apoiar pessoas a chegarem a este fascinante encontro.
